Em um movimento que busca ressignificar o consumo, a Mahta, startup de superalimentos amazônicos, lança a “Black Friday da Regeneração”. A campanha questiona o consumo desenfreado e propõe transformar o ato de comprar em um gesto de regeneração para o corpo, a floresta e o planeta.
Iniciativa Inverte Lógica da Black Friday Tradicional
Criada pela Felicidade Collective, agência da nova economia com foco em narrativas sustentáveis, a ação convida o público a repensar o papel do consumo em tempos de emergência climática, invertendo a lógica da Black Friday tradicional.
A proposta surge em um momento de intersecção entre marketing, sustentabilidade e comportamento de consumo. Sendo assim, levanta a reflexão: é possível manter o engajamento de uma data comercial sem abrir mão do impacto positivo?
Trocar a Tralha pela Trilha Regenerativa
A Mahta convida as pessoas a trocarem a “tralha” pela “trilha de regeneração”. A campanha, que vai de 30 de outubro a 30 de novembro, apresenta um filme manifesto que mostra que regenerar também é uma forma de consumir. A cada produto comprado, a marca apoia uma cadeia produtiva sustentável que mantém a floresta em pé e promove nutrição com ingredientes amazônicos.
Nosso convite é para que as pessoas usem a Black Friday para se reconectarem com o que realmente importa. O consumo pode e deve ser um instrumento de transformação. E quando você escolhe a Mahta, não está apenas comprando um produto. Está regenerando a sua saúde e ajudando a proteger a floresta e as comunidades que vivem dela.
— Max Petrucci, CEO e fundador da MAHTA
O Consumo que Regenera
O filme da ação busca provocar o público a refletir sobre o impacto de suas escolhas, trazendo um olhar poético sobre o comportamento de compra. A mensagem central da campanha resume o espirito da campanha: “Aqui o consumo não consome. Ele regenera”.
Além disso, a campanha reforça o papel das marcas em promover novas narrativas de consumo, especialmente em um contexto global de emergência climática.
A Black Friday é uma das datas mais consumistas do ano. O nosso desafio então foi manter a força cultural que a data possui, mas com outro sentido: usar o mesmo engajamento para falar sobre regeneração, não só da saúde, mas da Amazônia.
— Tomás Correa, cofundador e CCO da Felicidade Collective.
Consciência em Vez de Excesso
A iniciativa da Mahta surge em um momento crucial, em que o país discute novos modelos de desenvolvimento e consumo sob os holofotes da COP30. Em vez de negar a força da Black Friday, a marca busca ressignificá-la, trocando a lógica do acúmulo pela da regeneração.
O que a gente está propondo é simples, mas profundo: que o consumo volte a ter sentido. Que ele possa gerar equilíbrio, e não excesso; regenerar, e não esgotar. Num calendário em que quase tudo virou oportunidade de compra, a Black Friday da Regeneração aposta em outra moeda: a da consciência.
— Max Petrucci, CEO e fundador da MAHTA






