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Evolução logística: como a medição de resultados impulsiona empresas

Evolução logística: como a medição de resultados impulsiona empresas

A mensuração de resultados se tornou um fator crucial na evolução da logística dentro das empresas brasileiras. No cenário atual, a logística transcendeu sua função operacional para se tornar um elemento estratégico nas organizações. Nesse contexto, a capacidade de medir resultados emerge como ferramenta essencial para otimizar a eficiência, minimizar desperdícios e embasar decisões mais assertivas.

KPIs e a Maturidade da Gestão

Com indicadores-chave de desempenho (KPIs) bem definidos e monitorados, como o OTIF (On Time In Full), a acuracidade do inventário, o custo por pedido atendido e o lead time dos processos, é possível avaliar a excelência operacional e a maturidade da gestão.

No entanto, muitas empresas ainda enfrentam obstáculos na estruturação e interpretação desses dados. Medir vai além de simplesmente acompanhar números; envolve promover uma reflexão. Empresas que cultivam uma cultura orientada por indicadores conseguem evoluir de forma mais consistente, pois, afinal, é impossível aprimorar aquilo que não se mede.

Transformando Dados em Ação

O verdadeiro diferencial reside na capacidade de transformar dados em ação. Métricas operacionais, quando bem aplicadas, auxiliam no alinhamento das equipes, na identificação de gargalos operacionais e na aceleração de projetos de melhoria contínua (kaizen).

É importante focar na formação de líderes capazes de utilizar a mensuração de resultados como base para a gestão e a tomada de decisão. Atualmente, existem diversos programas de capacitação que abordam desde a estruturação de KPIs relevantes até o uso de dashboards e ferramentas para análise de desempenho.

— Guilherme Almada Fegyveres, especialista em logística e instrutor da EvolutaPro Treinamento

Benefícios da Mentalidade Orientada a Dados

Empresas que adotam essa mentalidade colhem benefícios em vários níveis, como aumento da produtividade, maior previsibilidade, redução de retrabalho e mais clareza na priorização de ações. Em tempos de volatilidade, incerteza, complexidade e alta competitividade, gestores orientados por dados se tornam protagonistas da transformação, em vez de meros espectadores.

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