Tecnologias de 2026 prometem revolucionar a saúde, impactando milhões de vidas. Inteligência artificial (IA), integração de dados e automação de processos estão se consolidando como pilares da transformação digital no setor, segundo especialistas.
O futuro da saúde já começou?
Imagine consultas sem repetição de exames, com médicos acessando históricos completos, e profissionais dedicando mais tempo ao cuidado do que à burocracia. Esses cenários, ainda distantes, podem se concretizar em 2026, com a transformação digital da saúde atingindo um novo patamar.
Diante de custos crescentes, profissionais sobrecarregados e pacientes exigentes, hospitais, clínicas e operadoras precisam acelerar a adoção de tecnologias. Entre elas, destacam-se a inteligência artificial, a integração de dados clínicos em plataformas unificadas e a automação de processos repetitivos.
IA generativa e personalização do cuidado
Para Isadora Kimura, CEO da Nilo, a IA na saúde já é realidade. “O futuro da inteligência artificial na saúde já está acontecendo. A tecnologia deixou de ser uma promessa distante para se tornar parte do presente, moldando a forma como pacientes e profissionais vivenciam o cuidado. O que podemos esperar daqui para frente é a consolidação desse movimento: jornadas cada vez mais personalizadas, acessíveis e eficientes, em que tarefas repetitivas são automatizadas e os profissionais têm mais tempo para ouvir e cuidar de cada paciente”, afirma.
Segundo a executiva, o avanço está no uso dos dados. “Com IA generativa, conseguimos não só estruturar informações em um único lugar, mas gerar insights que melhoram a coordenação do cuidado e permitem ações preditivas que antes eram impossíveis”, completa.
Automação e otimização do tempo
Outra aposta é a automação com agentes autônomos de inteligência artificial, que atuam em toda a jornada da saúde, do agendamento ao pós-atendimento. Essa é a área de atuação da Doutor-AI, que desenvolve uma plataforma modular e escalável para clínicas, hospitais e operadoras.
Maurício Honorato, CEO da empresa, explica: “O maior desafio da saúde ainda é o tempo perdido em tarefas manuais. Em alguns casos, médicos gastam mais de 50% do expediente com papelada e registros administrativos. Ao estruturar dados de forma inteligente, conseguimos liberar profissionais para se dedicarem ao paciente, e não ao sistema”.
Detectam sinais cedo, evitam afastamentos e permitem ajustes de rota contínuos que elevam performance e previsibilidade do negócio; tudo isso ancorado na NR-01, usando uma matriz de risco e indicadores psicossociais para identificar, avaliar e tratar perigos de forma estruturada e em conformidade. Quando esses dados viram insumo do planejamento estratégico, decisões passam a ser guiadas por evidências, com menos custo e mais resultado.
— Ricardo Queiroz, CEO da Flora Insights
Ricardo Queiroz, CEO da Flora Insights, complementa que a IA e as novas tecnologias colocam o RH no modo preventivo. A Flora Insights é uma plataforma digital especializada e pioneira no diagnóstico e gestão de riscos psicossociais ocupacionais.






