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Farmácias se preparam para alta na demanda no fim de ano

Farmácias se preparam para alta na demanda no fim de ano

À medida que o final do ano se aproxima, o varejo farmacêutico brasileiro se prepara para um período de alta demanda. Tradicionalmente, o setor registra um aumento no fluxo de clientes devido a viagens, confraternizações e maior movimento urbano.

Estratégias para o aumento da demanda

Dados da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) indicam que as vendas em farmácias crescem, em média, 15% no último trimestre do ano. Esse aumento é impulsionado pela compra de presentes de bem-estar, aumento de consultas médicas e maior consumo de vitaminas e medicamentos preventivos.

Segundo o empresário do ramo farmacêutico, Ricardo Henrique de Castro Valente, as farmácias podem se preparar para as demandas de final de ano utilizando dados históricos, projeções climáticas e variações epidemiológicas. O objetivo é manter o abastecimento de medicamentos e produtos de conveniência com maior demanda.

Outras medidas importantes

Além disso, Valente ressalta a importância de intensificar o número de funcionários nas farmácias e reforçar a segurança, devido ao aumento do fluxo de clientes. Da mesma forma, o aumento das negociações com distribuidoras e laboratórios se torna essencial. Entregas programadas, contratos com prazos menores e rotas logísticas exclusivas tornam-se mais comuns entre outubro e dezembro.

O papel da tecnologia

A tecnologia é outro aspecto significativo que exige investimento e atenção. Com o crescimento do e-commerce farma e das compras via WhatsApp, a omnicanalidade tornou-se uma ferramenta indispensável, principalmente no último trimestre, evitando a perda de vendas e melhorando a experiência do cliente.

Em suma, o fim de ano representa o maior teste operacional para o varejo farmacêutico. A combinação entre previsibilidade, eficiência logística e integração tecnológica define quem conseguirá atravessar a alta demanda com competitividade no cenário de consumo atual.

A farmácia que trata o fim de ano como um período comum está fadada a perder mercado. Quem se prepara, cresce.

— Ricardo Henrique de Castro Valente, empresário do ramo farmacêutico

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