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Virada Salvador 2026: Tecnologia impulsiona Réveillon baiano

Virada Salvador 2026: Tecnologia impulsiona Réveillon baiano

O Festival Virada Salvador 2026 promete agitar o Réveillon na capital baiana, impulsionando turismo e economia. A expectativa da Prefeitura é de mais de 500 mil turistas e ocupação hoteleira próxima de 100% entre 27 e 31 de dezembro. Para garantir a segurança, conectividade e o funcionamento dos sistemas, o evento conta com uma infraestrutura tecnológica robusta.

Estrutura do Festival

Em sua 11ª edição, o festival terá mais de 60 atrações e cerca de 100 horas de música, consolidando Salvador como um dos principais destinos do país para o Réveillon. Durante os sete dias de programação, a cidade concentra uma operação de grande porte, envolvendo produção artística, segurança pública, serviços urbanos, atendimento ao público e logística na orla da Boca do Rio.

Além dos shows, a arena reúne áreas de lazer, espaços gastronômicos e redes de serviços, exigindo coordenação contínua para garantir o funcionamento do evento e a segurança do público. Antes da Virada, a Arena Canto da Cidade já operava em ritmo intenso, sediando o Natal do Salvador no dia 25 de dezembro e o show de Roberto Carlos no dia 26.

Infraestrutura tecnológica

Para viabilizar um evento desse porte, o Festival Virada Salvador conta com uma infraestrutura tecnológica voltada a disponibilizar conectividade de rede segura, tanto para garantir os serviços e a operação, quanto para o público presente. Além disso, é necessária a manutenção contínua dos sistemas críticos, especialmente nos momentos de maior concentração de pessoas.

A estrutura de conectividade e segurança digital do evento é operada pela TLD, empresa referência em tecnologia, responsável por planejar, implantar e manter a infraestrutura de rede que sustenta os sistemas críticos da produção, da segurança e da operação ao longo de todo o período.

O Festival Virada Salvador funciona como uma cidade temporária. Há múltiplos sistemas operando ao mesmo tempo, com exigência de alta disponibilidade e resposta imediata a qualquer falha. A infraestrutura digital precisa estar preparada para esse nível de complexidade.

— André Oliveira, Diretor Operacional da TLD

Planejamento e Operação

A operação começa com um estudo técnico de campo (site survey), que mapeia as características físicas da arena, identifica interferências, analisa o comportamento esperado de uso da rede e dimensiona a infraestrutura necessária para lidar com altos picos simultâneos de conexão em um evento gratuito de grande escala.

Com base nesse levantamento, são definidos o posicionamento dos Access Points (APs) e os critérios de redundância da rede. Durante a realização do evento, a TLD é responsável pela implantação e operação da infraestrutura de conectividade, incluindo cabeamento estruturado, instalação de Access Points e configuração de switches e firewalls, seguindo padrões técnicos e boas práticas de confiabilidade.

Monitoramento Contínuo

Ao longo dos sete dias de operação, equipes dedicadas de infraestrutura e cibersegurança mantêm o monitoramento contínuo da rede, com atuação preventiva e resposta rápida a eventuais intercorrências. Emerson Simarllee, Gerente Operacional da TLD, complementa:

Em uma operação que envolve milhares de pessoas e diversos serviços funcionando ao mesmo tempo, a tecnologia não pode ser um ponto de fragilidade. Ela precisa sustentar o evento do início ao fim, sem margem para improviso. Qualquer instabilidade impacta diretamente a segurança, a experiência do público e a capacidade de resposta da operação. Por isso, todo o planejamento tecnológico precisa ser feito com antecedência e executado com rigor, como parte essencial da infraestrutura do festival.

Com essa estrutura, o Festival Virada Salvador reforça seu papel como um dos maiores eventos culturais do país e como um dos principais impulsionadores do turismo e da economia de Salvador no período de fim de ano.

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