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Segurança digital: empresas buscam lucro invisível ao reduzir perdas

Segurança digital: empresas buscam lucro invisível ao reduzir perdas

A segurança digital se tornou um fator crucial para a lucratividade das empresas. Um relatório recente da Febraban revelou que golpes e fraudes bancárias causaram um prejuízo de R$ 10,1 bilhões somente em 2024, incluindo R$ 2,7 bilhões relacionados a ataques e fraudes via Pix. Esses números alarmantes demonstram a necessidade urgente de investimentos em proteção digital.

Cenário global e a crescente importância da cibersegurança

No cenário global, o mercado de cibersegurança está em expansão. A MarketsandMarkets aponta que o setor deve praticamente dobrar em poucos anos. A Fortune Business Insights projeta um crescimento ainda maior, impulsionado pela computação em nuvem, digitalização financeira e inteligência artificial em escala. Nesse contexto, a segurança deixa de ser vista como um custo e passa a ser considerada uma infraestrutura essencial para a continuidade dos negócios e a preservação de valor.

Além disso, na América Latina, estudos da Mordor Intelligence indicam um aumento expressivo de ataques, profissionalização do crime digital e expansão da superfície de risco. Prever, detectar e responder a essas ameaças se tornou um elemento central da competitividade.

Redução de perdas como estratégia de aumento de margem

Para aumentar o lucro, não basta apenas aumentar as vendas. É fundamental reduzir perdas. Perdas com fraudes, interrupções evitáveis e vazamentos de dados podem custar milhões às empresas. Ao reduzir essas perdas, as empresas conseguem ampliar sua margem de lucro antes mesmo de aumentar a receita. Nesse sentido, a segurança se configura como uma importante ferramenta de gestão.

Empresas que reduzem perdas ampliam margem antes mesmo de crescer em receita. Segurança, hoje, é margem.

— Sandro Süffert, fundador e CEO da Apura

Apura Cyber Intelligence: líder em inteligência de ameaças

Nesse cenário, a Apura Cyber Intelligence se destaca como líder latino-americana em inteligência de ameaças e antifraude, contando com quase 600 clientes recorrentes.

O relatório do INCC estima que violações de dados e ataques digitais já impactam o equivalente a 18% do PIB brasileiro. Somado aos prejuízos bilionários registrados pela Febraban, o cenário reforça um desequilíbrio claro entre risco e investimento. Essa situação impulsiona a busca por inteligência capaz de antecipar movimentos antes que se tornem incidentes. Afinal, inteligência não é só coleta de dados, mas também a capacidade de transformar sinais dispersos em decisões que protegem a reputação, o tempo e o caixa das empresas.

O futuro da cibersegurança

O setor de segurança digital está em constante evolução. As pressões regulatórias aumentam, os conselhos exigem previsibilidade e as auditorias cobram a redução real da exposição a riscos. Os orçamentos passam a considerar o impacto financeiro das perdas evitadas, e o mercado valoriza a maturidade comprovada, metodologias consistentes e histórico sólido de entrega.

A Apura, nesse contexto, cresce ao atuar na redução de perdas, antecipação de riscos, ampliação da visibilidade e fortalecimento da continuidade operacional das empresas. A segurança, portanto, não é apenas proteção, mas também estratégia, margem e capacidade de sustentar o crescimento.

Em suma, a cibersegurança se tornou uma ferramenta essencial para a leitura da realidade, permitindo antecipar ameaças e proteger o patrimônio das empresas.

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