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Endividamento recorde: consultoria imobiliária como alternativa?

Endividamento recorde: consultoria imobiliária como alternativa?

O cenário financeiro das famílias brasileiras apresenta desafios persistentes, com altos níveis de endividamento e crescente pressão sobre a renda. Em 2025, o endividamento atingiu 79,5%, o maior patamar desde 2010, enquanto a inadimplência alcançou 30,5%, revelando que quase um terço das famílias enfrenta dificuldades para manter as contas em dia.

Ao mesmo tempo, o volume de investimentos continua a crescer, totalizando R$ 7,9 trilhões, impulsionado por juros elevados, digitalização e uma maior variedade de produtos. Estima-se que o número de investidores alcance 39% da população, um movimento fortalecido pela crescente educação financeira e pela busca por alternativas à poupança.

Adicionalmente, brasileiros no exterior mantêm um volume expressivo de patrimônio global, somando US$ 654,5 bilhões declarados ao Banco Central em ativos fora do país, o que reforça o potencial de alocação desse público em estratégias estruturadas de construção de patrimônio. Essa combinação de alto endividamento, liquidez crescente e patrimônio disperso cria um contexto ideal para revisar decisões, organizar metas e estruturar um plano patrimonial que sustente o próximo ciclo.

A virada do ano como oportunidade

Para Pedro Ros, CEO da Referência Capital, a virada do ano é o momento mais estratégico para organizar finanças e reposicionar o patrimônio.

A maioria das pessoas planeja festas, viagens e consumo, mas não estrutura o futuro financeiro com o mesmo cuidado. A mudança de ciclo exige revisar dívidas, definir prioridades e entender quais ativos geram renda estável ao longo dos meses. Quando a pessoa organiza o patrimônio com estratégia e previsibilidade, evita repetir erros do ano anterior e ganha margem para acelerar resultados no período seguinte. Nosso trabalho parte exatamente desse princípio: transformar decisões pontuais em um projeto patrimonial que sustenta a família por muitos anos.

— Pedro Ros, CEO da Referência Capital

Ele destaca que a transição entre um ano e outro oferece clareza, liquidez e motivação para quem deseja transformar renda em ativos que funcionam de forma contínua.

Estratégias para reorganização patrimonial

Diante desse cenário de endividamento elevado, renda pressionada e patrimônio frequentemente pulverizado entre diferentes ativos no Brasil e no exterior, a Referência Capital atua na organização de estruturas que visam dar previsibilidade ao planejamento patrimonial.

O foco principal é transformar o imóvel em um ativo gerador de fluxo de receita, reduzindo o esforço mensal das famílias, o que se torna especialmente relevante quando grande parte da renda já está comprometida com dívidas ou com o crescente custo de vida. Para isso, a empresa emprega modelos como consórcios, aquisição de unidades na planta e exploração de curta temporada, que permitem reorganizar o patrimônio sem depender exclusivamente de financiamento tradicional.

Soluções para brasileiros no exterior

No caso de brasileiros residentes no exterior, a empresa integra etapas como carta de crédito, seleção de imóveis e gestão operacional, atendendo a um público que busca centralizar decisões e alinhar patrimônio global. A crescente demanda por estruturas mais técnicas e previsíveis reflete a importância de oferecer estabilidade em cenários voláteis, tornando-se um componente essencial da estratégia para quem busca iniciar o próximo ciclo em uma posição financeira mais favorável.

A urgência de planejar

À medida que o ano se aproxima do fim, aumenta a necessidade de reorganizar as finanças e definir prioridades patrimoniais para o próximo período. O ambiente atual combina fatores como o impulso do 13º salário, bônus corporativos, câmbio favorável para quem vive fora do país e uma oferta crescente de instrumentos de investimento, criando uma oportunidade para corrigir distorções e redesenhar metas.

Famílias sobrecarregadas por dívidas precisam liberar margem e transformar renda sazonal em amortização e investimento, enquanto os expatriados têm a chance de converter poder de compra em ativos reais no Brasil.

Conforme Pedro Ros, CEO da Referência Capital, a virada do calendário distingue quem age de quem repete erros.

A diferença entre começar o ano vulnerável ou estruturado reside nas decisões tomadas agora. A virada não resolve nada sozinha. O que resolve é usar este momento para ajustar a rota, organizar o patrimônio e construir previsibilidade.

— Pedro Ros, CEO da Referência Capital

Assim, a transição entre um ano e outro deixa de ser meramente simbólica e se torna estratégica, marcando o ponto de partida para quem busca avançar com segurança no próximo ciclo.

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