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TCU moderniza serviços digitais com SUSE Rancher Prime

TCU moderniza serviços digitais com SUSE Rancher Prime

O Tribunal de Contas da União (TCU) modernizou seus serviços digitais ao adotar o SUSE Rancher Prime. A ferramenta permitiu ao órgão gerenciar 564 microsserviços, atingindo 99,18% de disponibilidade e reduzindo os ciclos de entrega em até 99%. Além disso, a tecnologia viabilizou o ChatTCU, a IA generativa própria do Tribunal.

Otimização da infraestrutura digital

Ferramentas digitais utilizadas por órgãos públicos precisam operar de forma contínua e previsível, mesmo diante de altos volumes de acesso e múltiplas demandas simultâneas. A maneira como essas infraestruturas são estruturadas influencia diretamente a estabilidade da prestação oferecida à sociedade.

Nesse cenário, o Tribunal de Contas da União (TCU) adotou o SUSE Rancher Prime como base para a orquestração de seus sistemas digitais. O objetivo é sustentar tarefas institucionais sensíveis, como auditorias, análises técnicas e iniciativas voltadas ao combate a fraudes no governo brasileiro.

A plataforma permite centralizar a administração de aplicações executadas em contêineres, tanto em ambientes locais quanto em nuvem, oferecendo maior controle sobre uma arquitetura distribuída baseada em microsserviços. Atualmente, esse modelo sustenta um ambiente em larga escala, com mais de 564 microsserviços em produção.

Uma das nossas maiores preocupações era ficar preso a um único fornecedor de gerenciamento de contêineres. Por isso, buscamos uma solução de código aberto que seguisse de perto o Kubernetes padrão. O Rancher atendeu aos nossos requisitos e foi altamente recomendado por uma grande e ativa comunidade de usuários.

— Paulo Henrique Leal, Auditor Federal de Controle Externo, Serviço de Infraestrutura de Aplicativos do Tribunal.

Ganhos de eficiência e desempenho

Com a adoção desse modelo tecnológico, a organização passou a operar seus sistemas de forma mais padronizada, em infraestrutura própria, dentro do datacenter. Ao longo desse processo, a arquitetura adotada sustentou a ampliação das capacidades operacionais do Tribunal, simplificando a administração pelas equipes de TI e criando uma base mais estável para a evolução dos serviços digitais. A centralização da gestão em contêineres contribuiu para uma operação mais confiável, ao reduzir o impacto de falhas pontuais.

No dia a dia, essa estrutura se traduziu em ganhos concretos de eficiência e desempenho. A centralização do monitoramento, com acesso a métricas em tempo real, ampliou a visibilidade sobre a saúde e o desempenho dos sistemas, apoiando decisões mais rápidas e precisas pelas equipes de TI. Como resultado, os ciclos de entrega foram reduzidos em até 99%, permitindo que atualizações e novos recursos passassem a ser disponibilizados em poucas horas. Segundo o Relatório de Gestão do Tribunal de 2024, esse conjunto de melhorias levou a um índice de 99,18% de disponibilidade das cargas executadas sobre a camada de gerenciamento.

Inteligência artificial generativa

Essa base tecnológica não apenas sustentou as operações rotineiras, como também viabilizou o desenvolvimento de iniciativas como o ChatTCU, um aplicativo de inteligência artificial generativa voltado ao apoio aos colaboradores. A solução foi treinada com conhecimento interno do órgão, incluindo jurisprudência, processos e políticas de recursos humanos, permitindo consultas sobre diferentes temas e a obtenção de respostas em tempo real.

O case do TCU mostra que os benefícios do open source não se limitam às empresas privadas. Com o apoio de uma solução corporativa e do suporte especializado da SUSE, instituições públicas também podem adotar esse modelo para modernizar seus recursos digitais com segurança, flexibilidade e liberdade tecnológica, respeitando suas necessidades organizacionais e de governança.

— Marcos Lacerda, presidente da SUSE América Latina.

Confira o case completo clicando aqui.

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