A deputada federal Socorro Neri (PP-AC) está cobrando do Ministério da Educação (MEC) uma revisão no cálculo do piso nacional do magistério. A solicitação ocorre após um reajuste considerado baixo, de apenas 0,37%. Como presidente da Frente Parlamentar Mista pela Inclusão e Qualidade na Educação Particular (FPeduQ), Neri defende a reposição da inflação, ganho real e uma valorização maior da carreira docente.
Reajuste de 0,37% é considerado insuficiente
De acordo com a deputada, o índice de 0,37% aplicado recentemente não pode ser considerado um reajuste salarial. Para ela, o valor representa uma desvalorização da carreira docente. Neri argumenta que o modelo atual permite correções irrisórias, que sequer repõem a inflação acumulada, resultando em perda real de renda para os professores.
Do jeito que está, a lei abre espaço para reajustes que não acompanham o custo de vida e empurram os profissionais da educação para a perda salarial.
— Socorro Neri, deputada federal (PP-AC) e presidente da FPeduQ
Valorização dos professores é essencial
Além disso, Socorro Neri reforça que a valorização dos professores é fundamental para garantir a qualidade do ensino no país. Ela acredita que os profissionais da educação não podem ser tratados com “migalhas” e defende uma regra que assegure, no mínimo, a reposição da inflação, além de possibilitar ganho real.
Precisamos de uma regra que garanta, no mínimo, a reposição da inflação e possibilite ganho real, com previsibilidade, respeito e reconhecimento da carreira docente.
— Socorro Neri, deputada federal (PP-AC) e presidente da FPeduQ
FPeduQ acompanha o tema
Ainda segundo a deputada, a FPeduQ está acompanhando o tema de forma contínua. A Frente Parlamentar defende um modelo de atualização do piso que ofereça segurança jurídica aos entes federativos e dignidade aos profissionais da educação.






