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Supercordas: física busca unificação do Universo

Supercordas: física busca unificação do Universo

O astrônomo Emerson Roberto Perez, do Urânia Planetário, apresenta uma visão sobre a estrutura da matéria. Ele mostra como a física moderna superou a ideia do átomo como elemento indivisível. Hoje, o átomo é formado por um núcleo de prótons e nêutrons, cercado por elétrons.

A busca pelas partículas fundamentais

Avanços na física de partículas revelaram que prótons e nêutrons são formados por quarks, que interagem pela força nuclear forte. Esses quarks existem em variedades (sabores e cores), e suas combinações explicam as partículas nos núcleos atômicos. Essa descoberta levou a questionar se os quarks são o último nível da matéria.

Uma das respostas é a Teoria das Supercordas, que propõe que as entidades fundamentais do Universo não são partículas, mas filamentos energéticos. Segundo essa teoria, as partículas surgem dos modos de vibração dessas cordas, como as notas de um instrumento musical. Uma das previsões é o gráviton, partícula associada à gravidade e ainda não detectada.

Dimensões extras e a unificação das forças

Além disso, a teoria indica a existência de dimensões espaciais adicionais, compactadas em escalas pequenas. Essas dimensões extras ajudariam a explicar a unificação das quatro forças fundamentais, com destaque para a gravidade.

Embora distante de confirmação direta, a Teoria das Supercordas ocupa um papel central na física teórica. Ela aponta um possível caminho para unir a Mecânica Quântica e a Relatividade Geral. Mesmo sem evidências conclusivas, essas pesquisas transformaram a forma como a ciência compreende o Universo. Elas reforçam a ideia de que o conhecimento científico está em constante construção, impulsionado por novas teorias, tecnologias e observações.

Para saber mais sobre ciência e astronomia, acesse o Urânia Planetário no YouTube ou o Instagram @uraniaplanetario.

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