Uma pesquisa do site de relacionamentos MeuPatrocínio.com revelou que 87% das mulheres relatam mais prazer em relacionamentos com parceiros estáveis. O levantamento aponta que a segurança financeira e emocional é um fator determinante para a satisfação afetiva e íntima.
Estabilidade como pilar do prazer
De acordo com a pesquisa, que ouviu 2.000 usuárias da plataforma, a percepção de prazer não está ligada apenas ao dinheiro. A sensação de segurança, cuidado e previsibilidade também são cruciais. A ausência de preocupações constantes com dívidas e instabilidade reduz o estresse e contribui para relações mais leves e equilibradas.
Além disso, o estudo também aponta que tensões financeiras podem impactar diretamente o bem-estar emocional do casal. Isso afeta a convivência, o desejo e a qualidade da intimidade. Quando há tranquilidade material, sobra mais espaço para investir na conexão afetiva. Os dados refletem uma mudança de comportamento, em que a estabilidade e o suporte emocional são vistos como pilares para vínculos mais satisfatórios e duradouros.
Diálogo e comunicação: caminhos para o clímax
Para Caio Bittencourt, especialista em comportamento afetivo do MeuPatrocínio, o alto índice de prazer das mulheres pode estar associado ao equilíbrio do casal.
A maturidade e a jovialidade são elementos que, quando combinados, contribuem para uma união mais equilibrada e muito mais feliz.
— Caio Bittencourt, especialista em comportamento afetivo
O especialista também destaca o diálogo e a comunicação como pontos determinantes para uma relação mais propensa ao clímax.
Quando você está disposto a dialogar em uma relação, a tendência é que você crie uma intimidade muito boa com seu parceiro. Esse processo, naturalmente, resulta em uma atração mais intensa e transparente entre o casal.
— Caio Bittencourt, especialista em comportamento afetivo
Dinheiro traz felicidade?
Por fim, Bittencourt conclui que o dinheiro pode, sim, trazer felicidade, pois melhora a qualidade de vida.
Ao contrário do que se costuma dizer, dinheiro pode sim trazer felicidade. Ele é como o ar: enquanto está lá, nem reparamos que está tudo bem, mas quando ele não está, tudo vira caos. Ele não só é essencial, mas também melhora a qualidade de vida.
— Caio Bittencourt, especialista em comportamento afetivo






