Em um mercado onde investir no exterior ainda é visto como exceção, Felipe Coelho se destaca ao transformar a internacionalização de carteiras em um processo estruturado. Ele criou um playbook de alocação internacional, ampliando a presença de ativos globais nas carteiras e reduzindo riscos.
Como funciona o playbook de internacionalização?
A especialidade de Felipe Coelho é levar a internacionalização do campo das ideias à prática. Para isso, ele desenvolveu modelos próprios de alocação internacional que incluem a definição de classes de ativos, regras de governança e uma matriz de hedge cambial. O conjunto deu origem a um playbook de implementação, adotado por outros assessores e equipes, com materiais de treinamento e métricas claras.
O investidor não precisa de mais palpites, precisa de processos bem definidos. Quando a internacionalização passa a ter regras claras, ela deixa de ser uma aposta pontual e se transforma em uma estratégia consistente a longo prazo.
— Felipe Coelho, Head de investimentos internacionais da XP
Resultados tangíveis da padronização
Segundo o especialista, a padronização proporcionou maior eficiência operacional e uma relevante redução de riscos regulatórios e de execução. Além disso, o modelo de Felipe Coelho tem gerado resultados expressivos.
A relevância do trabalho de Coelho o tornou uma presença frequente em eventos do setor, dividindo palco com executivos da BlackRock em debates sobre cenário macroeconômico e investimentos globais. Sua trajetória combina visão estratégica, experiência executiva e impacto mensurável.
Processo bem desenhado protege o cliente, o assessor e a instituição. É isso que sustenta o crescimento. Padronizar não é engessar carteiras. É justamente o contrário: quando o processo está claro, o gestor ganha liberdade para ajustar a estratégia às necessidades do cliente sem perder controle de risco.
— Felipe Coelho, Head de investimentos internacionais da XP






