A Betfair, especialista em probabilidades esportivas, analisou as chances de medalha para o Brasil nos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026, que acontecem entre 6 e 22 de fevereiro. De acordo com a análise, Lucas Pinheiro Braathen, no esqui alpino, e Nicole Silveira, no skeleton feminino, são os principais nomes com chances de pódio.
Esqui alpino: Brasil entre os favoritos
Principal nome brasileiro nos Jogos de Inverno, Lucas Pinheiro Braathen chega a Milão-Cortina como uma realidade no esqui alpino mundial. Medalhista em etapas da Copa do Mundo e presença constante entre os melhores do ranking internacional, o atleta aparece com odds competitivas nas principais provas técnicas do esqui alpino, que serão realizadas nos dias 14 e 16 de fevereiro.
No Giant Slalom masculino, uma das modalidades mais tradicionais do esqui alpino, Braathen figura entre os atletas com maiores chances de conquistar medalha, segundo a Betfair. Com odd de 1.91 (52% de chances) para subir ao pódio e 18% de probabilidade de ganhar o ouro (odd de 5.5), o atleta aparece como o terceiro favorito, atrás apenas dos suíços Marco Odermatt e Loic Meillard.
Além disso, no Slalom masculino, prova conhecida pela imprevisibilidade e pelo alto nível de risco, Pinheiro também surge como um dos nomes mais relevantes do mercado. A Betfair aponta odd de 2.6 (38% de probabilidade) para medalha, além de 17% de chances de ganhar o ouro (odd de 6), colocando o brasileiro novamente entre os atletas capazes de disputar as primeiras posições em uma das provas mais equilibradas dos Jogos.
Skeleton feminino: Nicole Silveira busca o pódio
Outra atleta que representa a evolução do Brasil nos esportes de inverno é Nicole Roche Silveira, referência nacional no skeleton feminino. Participante de edições anteriores dos Jogos Olímpicos e com presença frequente em etapas internacionais, a brasileira aparece novamente entre os principais nomes. Na disputa por uma medalha no skeleton feminino, a brasileira entra na competição com 7% de chances (odd de 15), estando entre as 20 atletas com mais chances de subir ao pódio.
Curling e hóquei no gelo: quem leva o ouro?
No curling masculino, a Grã-Bretanha aparece como principal candidata à medalha de ouro, com 50% de chances de vencer (odd de 2.0), seguida de perto pelo Canadá, que tem 35% de probabilidade de vencer (odd de 2.88). Já no curling feminino, o favoritismo recai sobre a Suécia, que lidera o mercado com 12% de chances de estar no lugar mais alto do pódio (odd de 8.5).
Já no hóquei no gelo, o mercado também aponta favoritos claros para Milão-Cortina 2026. No torneio feminino, os Estados Unidos surgem como principais candidatos à medalha de ouro, com 60% de chances de vencer (odd de 1.67), mas tem o Canadá logo atrás, com 45% de possibilidade de subir no lugar mais alto do pódio (odd de 2.2). No campeonato masculino, o favoritismo recai sobre o Canadá, com 45% de chances (odd de 2.2), seguido pelos Estados Unidos, que tem 32% de probabilidade de ganhar (odd de 3.1) e pela Suécia, que conta com 15% de chances de ficar com o ouro.
Panorama de medalhas
Além do desempenho individual dos atletas, a Betfair também analisou o cenário geral do quadro de medalhas dos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026. Segundo as odds da casa de apostas, a Noruega aparece como grande favorita a liderar o ranking de medalhas de ouro, com odd de 1.53 (65% de chances), mantendo a hegemonia construída nas últimas edições dos Jogos. Na sequência surgem os Estados Unidos, com 22% de chances e odd de 4.5, impulsionados pela força em modalidades como esqui freestyle, snowboard e patinação de velocidade.
A Alemanha, tradicional potência do gelo e das pistas técnicas, aparece como terceira força, com 14% de possibilidades de liderar o quadro de medalhas e odd de 7, enquanto Canadá (7% de chances e odd de 15) e Suíça (4% e odd de 26) completam a lista das cinco principais candidatas a dominar o quadro de ouros em 2026.






