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Migração para nuvem: por que 2026 é um ano-chave para empresas?

Migração para nuvem: por que 2026 é um ano-chave para empresas?

A computação em nuvem se tornou um pilar da modernização empresarial, caminhando para se consolidar como padrão tecnológico nos próximos anos. A expectativa é que, até 2028, a maioria das organizações já opere majoritariamente em ambientes cloud, acompanhando uma tendência global de digitalização, eficiência e inovação. Nesse contexto, a adoção de estratégias bem estruturadas de nuvem ganha relevância para empresas que buscam competitividade e resultados consistentes.

Planejamento é fundamental para migrar para a nuvem

Para Mara Paschoaleto, diretora de vendas SAP Cloud ERP da SEIDOR, o sucesso da migração está diretamente ligado ao planejamento e à execução.

Quando a estratégia é bem desenhada, a nuvem se torna um acelerador de ganhos operacionais e de valor para o negócio, com impactos positivos já no curto prazo — Mara Paschoaleto, diretora de vendas SAP Cloud ERP da SEIDOR

No Brasil, esse movimento ocorre em um ambiente de pressão adicional. Mudanças regulatórias, como a Reforma Tributária, combinadas à necessidade de maior eficiência operacional e controle de custos, ampliaram a demanda por sistemas mais flexíveis, atualizados e seguros. Como resultado, a adoção de soluções em nuvem passou a ocupar posição central nas agendas executivas.

Dez fatores que influenciam a migração para o SAP ERP Cloud

A seguir, a equipe da SEIDOR reúne dez fatores que hoje influenciam diretamente a decisão e os resultados da migração para o SAP ERP Cloud.

  • Transformação digital mais rápida: A nuvem permite maior integração entre sistemas, automação de processos e capacidade de adaptação a mudanças, acelerando iniciativas de transformação digital.
  • Inovação concentrada no ambiente cloud: A SAP tem direcionado suas principais evoluções tecnológicas para a nuvem. Novas funcionalidades e melhorias tendem a ser disponibilizadas primeiro, e em alguns casos exclusivamente, no SAP Cloud ERP.
  • Adequação às novas exigências fiscais: A Reforma Tributária exige sistemas preparados para ajustes frequentes. Em ambientes cloud, atualizações fiscais ocorrem de forma mais ágil, segura e com menor impacto na operação.
  • Escalabilidade conforme a demanda: A nuvem permite ajustar a capacidade dos sistemas de acordo com o crescimento do negócio, sem a necessidade de projetos extensos ou investimentos adicionais em infraestrutura.
  • Redução estrutural de custos: O modelo cloud reduz despesas com manutenção local e possibilita pagamentos baseados em uso, trazendo previsibilidade financeira e maior controle orçamentário.
  • Operação remota integrada: Processos e equipes podem operar de forma distribuída, mantendo níveis consistentes de produtividade, colaboração e segurança da informação.
  • Segurança ampliada: Ambientes em nuvem contam com múltiplas camadas de proteção, monitoramento contínuo e padrões elevados de compliance, alinhados às melhores práticas globais.
  • Atualizações contínuas: O ERP permanece em constante evolução, eliminando a necessidade de projetos longos e complexos para atualização de versões.
  • Melhoria da governança de TI: Modelos de gestão como FinOps permitem planejar, monitorar e controlar custos e uso de recursos, aproximando a área de TI das decisões estratégicas do negócio.
  • Preparação para o futuro: Empresas que avançam agora na migração se posicionam de forma mais competitiva em um mercado cada vez mais orientado por dados, tecnologia e eficiência operacional.

Visão de longo prazo

Segundo Mara Paschoaleto, a decisão de migrar para a nuvem deve considerar não apenas as necessidades atuais, mas também a visão de longo prazo da operação.

É fundamental seguir etapas estruturadas, como diagnóstico do ambiente, definição de arquitetura, preparação de dados, testes e acompanhamento contínuo — Mara Paschoaleto, diretora de vendas SAP Cloud ERP da SEIDOR

A executiva destaca ainda que a SEIDOR é pioneira na integração do SAP Cloud ERP com ferramenta fiscal, um diferencial relevante para empresas que buscam uma migração mais eficiente e alinhada às exigências regulatórias brasileiras.

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