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Ataque cibernético decisivo na captura de Nicolás Maduro, diz Apura

Ataque cibernético decisivo na captura de Nicolás Maduro, diz Apura

Uma análise da Apura Cyber Intelligence detalha como um ataque cibernético foi crucial na captura de Nicolás Maduro e da primeira-dama Cilia Flores. A operação, denominada Absolute Resolve, envolveu ataques de rede aerotransportados e interferência eletromagnética, culminando na neutralização da infraestrutura crítica e da defesa aérea da Venezuela.

A Operação Absolute Resolve

Na madrugada de 3 de janeiro de 2026, a operação militar liderada pelos EUA resultou na captura de Nicolás Maduro e Cilia Flores. A ação combinou poder de fogo convencional com uma sofisticada ofensiva de guerra eletrônica. As aeronaves EA-18G Growler, equipadas com o sistema AN/ALQ-249 Next Generation Jammer Mid-Band (NGJ-MB), desempenharam um papel fundamental.

Com sensores avançados, as forças dos EUA conseguiram bloquear os sistemas de defesa e a rede elétrica. Isso garantiu que as movimentações da Força Delta e do 160º Regimento de Aviação de Operações Especiais (SOAR) permanecessem ocultas. Além disso, meses de inteligência em solo, com agentes da CIA mapeando a rotina de Maduro, foram cruciais para o sucesso da operação.

Moradores de Caracas relataram o colapso total da rede elétrica, confirmado pelo então presidente Donald Trump como uma demonstração da expertise americana em guerra eletrônica.

O Papel da Apura Cyber Intelligence

A Apura Cyber Intelligence reuniu dados que mostram como o ataque cibernético foi eficaz na neutralização de pontos estratégicos, como o Cerro El Volcán, que abriga a principal infraestrutura de comunicações via satélite da capital. Esses vetores foram essenciais para desorganizar as defesas venezuelanas, interferindo em radares e comunicações, e provocando apagões estratégicos em Caracas.

O Diferencial Tecnológico do NGJ-MB

O uso em combate do AN/ALQ-249 (NGJ-MB) marca uma nova era na guerra de alta intensidade. Diferente de sistemas obsoletos, o NGJ-MB utiliza tecnologia de Varredura Eletrônica Ativa (AESA), permitindo o direcionamento instantâneo de feixes e o engajamento de múltiplos alvos simultaneamente. Com uma potência superior à de seus antecessores, o sistema permitiu que os Growlers interferissem nos radares russos S-300VM e Buk-M2E a partir de distâncias de segurança.

Ademais, a arquitetura digital aberta do sistema permitiu a injeção de ‘cargas digitais’ diretamente nos receptores venezuelanos, transformando a interferência eletromagnética em um ataque cibernético aerotransportado capaz de comprometer o processamento de dados do Sistema Integrado de Defesa Aérea (IADS).

Neutralização da Defesa Aérea Venezuelana

A defesa aérea venezuelana, considerada a mais avançada da América Latina, tornou-se inoperante sem disparos físicos. Ao focar no radar 9S32 “Grill Pan”, do sistema S-300VM, o NGJ-MB degradou a capacidade de lock-on, impedindo o engajamento dos vetores americanos. No nível tático, os radares de aquisição do sistema Buk-M2E tiveram seu ciclo “sensor-atirador” interrompido.

A quebra da cadeia de comando e o isolamento das unidades de defesa impediram qualquer resposta coordenada, permitindo que as forças de extração operassem em um ambiente permissivo.

Guerra Cibernética Aerotransportada e Infraestrutura Civil

Essa modalidade de Guerra Cibernética Aerotransportada (Airborne Network Attacks – ANA) atingiu diretamente a infraestrutura civil por meio de efeitos ciberfísicos. O apagão generalizado em Caracas foi resultado de uma infiltração lógica nos sistemas SCADA (Supervisory Control and Data Acquisition), que gerenciam a rede elétrica.

Como esses sistemas dependem de enlaces de micro-ondas, os Growlers puderam transmitir energia de RF modulada com exploits digitais contra os receptores das subestações. Essa manobra permitiu o acesso ao back-end computacional da rede elétrica, enviando comandos de substituição que instruíram os Controladores Lógicos Programáveis (PLCs) a disparar disjuntores e a desincronizar a rede.

Ao explorar vulnerabilidades lógicas em sistemas antes considerados isolados do ciberespaço tradicional, os EUA demonstraram que a superioridade aérea moderna depende da capacidade de fundir o espectro eletromagnético com operações de rede.

Segundo a análise da Apura, a operação consolida-se como o primeiro grande exemplo de uma invasão em que a infraestrutura crítica foi neutralizada por meio de ondas de rádio transformadas em vetores de código malicioso.

Compreender e antecipar esse tipo de ameaça é hoje uma condição essencial para a segurança nacional e cibernética. — Apura Cyber Intelligence

Para saber mais, acesse: https://www.apura.com.br/

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