A inteligência artificial (IA) está presente em 87% das escolas no mundo, mas sua adoção em larga escala revela um limite: a tecnologia sozinha não garante melhores resultados educacionais. Um levantamento da SQ Magazine aponta para a necessidade de modelos híbridos, que combinem recursos digitais e acompanhamento humano.
Aplicações da IA no ensino
O estudo mostra que estudantes usam a IA para tarefas escolares, resolução de dúvidas e organização. Educadores relatam ganhos em avaliação, personalização de conteúdos e gestão do tempo. Esse avanço impulsiona modelos híbridos, que unem recursos digitais ao suporte pedagógico estruturado.
A publicação destaca que os melhores resultados vêm do uso responsável da IA, como apoio ao aprendizado, não como substituta da mediação humana. O engajamento e o desempenho acadêmico melhoram quando professores e tutores estão no centro da experiência educacional.
O cenário no Brasil
No Brasil, esse movimento também se reflete na prática. A dificuldade aparece quando escolas tentam escalar o apoio pedagógico apenas com soluções digitais. Plataformas como o TutorMundi adotam modelos híbridos, utilizando recursos de IA, mas mantendo a atuação humana como central. A plataforma já realizou mais de 1 milhão de atendimentos educacionais.
Desafios da integração da IA
À medida que a inteligência artificial se torna parte estrutural da educação, especialistas apontam que o principal desafio é a forma como ela é integrada ao ensino. O avanço dos modelos híbridos reforça a necessidade de estratégias que aliem eficiência digital, orientação pedagógica e desenvolvimento do pensamento crítico.
Dessa forma, garante-se que a inovação tecnológica resulte em aprendizado efetivo e sustentável.






