A hiperconexão e o uso excessivo de celulares são temas centrais do novo filme da Vivo, intitulado “Afogados”. A campanha busca ampliar o debate sobre como a presença constante dos dispositivos móveis tem afetado o cotidiano e as relações interpessoais.
Metáfora visual impactante
O filme utiliza uma metáfora visual para ilustrar como o personagem principal é gradualmente absorvido pelo celular ao longo do dia, culminando em uma sensação de sufocamento. A trilha sonora, uma versão de “jealousy, jealousy” de Olivia Rodrigo, reforça a mensagem sobre as consequências do uso excessivo das redes sociais.
Ao interromper o uso do aparelho, o personagem recupera o fôlego e o contato com a realidade, como se emergisse de um afogamento.
Este novo filme integra um conjunto de iniciativas que a marca vem desenvolvendo ao longo dos últimos anos para estimular reflexões sobre o uso consciente do celular. A mensagem é clara: repensar a relação com o digital é um caminho para recuperar a presença e fortalecer a conexão com a vida real.
— Sabrina Romero, diretora de Marca e Comunicação da Vivo
Estudo revela relação intensa com celulares
Um estudo do portal Nomophobia.com revela que 79% dos brasileiros admitem usar dispositivos móveis de forma excessiva. Além disso, 71% dos entrevistados sentem-se perdidos sem o celular. Uma pesquisa da V.Trends indica que 47% das pessoas sairiam de casa sem a carteira, mas não sem o celular, devido à dependência emocional.
Produção complexa e mensagem impactante
A campanha, criada pela Africa Creative, demandou uma produção complexa, com controle do nível da água em tempo real para garantir a precisão e segurança das cenas. A Vivo busca promover uma relação mais equilibrada com a tecnologia, convidando a sociedade a refletir e fazer escolhas mais conscientes em relação ao tempo de conexão.
Partimos de um incômodo real: a forma como nossa relação com as telas tem se tornado excessiva e, muitas vezes, invisível no dia a dia. A ideia criativa nasceu do desejo de tornar esse impacto tangível, sem colocar a tecnologia como antagonista, mas provocando um reset de comportamento.
— Heloisa Pupim, co-COO da agência Africa Creative
Confira o filme em https://youtu.be/4wiY7OfN45M






